A diversão brasileira
Talvez a brasilidade também esteja na maneira como a gente se senta: perto, sem cerimônia e com vontade de ficar. No banquinho Brasileirinho, a madeira e a precisão da marcenaria encontram um desenho simples e espontâneo, feito para acompanhar pausas, conversas e encontros. Nada precisa explicar o Brasil de maneira literal. A peça prefere fazer algo mais sutil: transformar em forma essa nossa naturalidade de chegar, puxar um banco e descobrir que, quando a conversa é boa, sempre cabe mais um.